Se respondeu SIM, parabéns! Você é um
privilegiado! Acho até que você nem precisa continuar a ler este texto mas, vamos, leia.
Se sua resposta foi NÃO, não se
preocupe, pelo menos não se preocupe muito. É que recentes pesquisas mostram que 95% das
pessoas não estão nada satisfeitas com suas atividades profissionais. Por quê? Bem, as
razões são as mais variadas e conhecidas de todos nós: salário, não gosta do que faz,
muito estressante, chefe insuportável e muitas outras.
95% ? É, isso quer dizer que de cada 10 de seus
colegas de trabalho, 9 e meio (bem, vamos deixar por 9) não estão realmente satisfeitos.
Será que até seu chefe, o diretor?
Claro que se você fizer a sua própria pesquisa,
provavelmente o resultado será diferente. Pode até ser que de cada 10 apenas 1 esteja
insatisfeito.
Bom, você deve estar se perguntando se o cara que
escreveu este texto está satisfeito com sua atividade profissional. É... tenho que
admitir que nem tudo o que faço é agradável. Mas se eu pensar no contexto, como um
todo, sim, tenho prazer no que faço, além de ser um privilegiado de só fazer as coisas
que gosto.
Mas voltando, se você não está satisfeito, das
duas, uma: ou existe alguma coisa errada com seu trabalho ou existe algo errado com você.
Se o que estiver errado é seu trabalho a
solução é simples: mude de atividade. Mas não apenas por dinheiro, escolha algo que
lhe dê paixão, algo que aos domingos à noite você pense: "Legal, amanhã é
segunda-feira, vou colocar em prática as idéias que tive nesse final de semana".
Tem que ser um trabalho que você não saiba
quando está começando, se está trabalhando ou não, entende?
Assim, você irá produzir muito mais com menos
stress, terá mais satisfação com o trabalho e com os resultados, irá se auto realizar,
e, consequentemente, terá saúde e qualidade de vida. Via de regra, o dinheiro suficiente
para uma vida confortável e o sucesso são uma conseqüência natural.
Mas também não é preciso se tornar um
workaholic, isto pode ser um processo de fuga para as dificuldades do relacionamento
afetivo. Não abra mão dos prazeres da vida, do lazer, de descansar e, principalmente, do
amor e da família.
Agora, se o problema estiver em você, não
adianta mudar de atividade que ele vai te acompanhar. Neste caso, pare para pensar sobre
os seus objetivos de vida. Você se lembra dos seus objetivos de vida de 10 anos atrás?
Será que daqui a 10 anos eles serão os mesmos de hoje?